Hein?
Minha irmã mais nova definiu muito bem a música ‘de trabalho’ da moça:
- Credo! Tira dessa música! Parece uma prece de algum culto satânico!
Eu caí na gargalhada. Lógico! :c)
Hein?
Minha irmã mais nova definiu muito bem a música ‘de trabalho’ da moça:
- Credo! Tira dessa música! Parece uma prece de algum culto satânico!
Eu caí na gargalhada. Lógico! :c)
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Ah!
Lembrei: é pra garantir que todas as manhãs você vai receber doses homeopáticas dos pequenos prazeres que moram nas coisas cotidianas: café expresso & croissant, caminhar até o trabalho (morrendo de frio, mas achando uma delícia), entrar no sebo do caminho e perguntar “quê que tem de novo?”, rir até chorar com os amigos do escritório (incluindo o chefe gente boa) e chegar em casa e preparar um jantarzinho… Ufa! 65 palavras e nenhum ponto-final! :c) Ainda bem!
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Como acabou o período do defeso da lagosta, aqui na casa dos meus pais o crustáceo está saindo pelo ladrão!
Minha criatividade gastronômica acabou e eu estou sem saco pra testar receitas da internet. Se você enviar sua receita para o michelevercosa@hotmail.com, e ela for aprovada pela banca severíssima, você ganha uma lagosta de 1,2 Kg, ok?!
Estamos aguardando sua contribuição…
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Sim, se você é meu amigo, ou acompanha minha vida (mesmo que à distância, ali na moita, xeretando meu orkut com uma identidade falsa), sabe que eu estou de férias!
Confesso que no começo pensei que não iria conseguir lidar com a não-rotina, mas agora sou defensora ferrenha do ‘nada melhor do não fazer nada’. Eu amo o meu trabalho (chega a ser egoísta e narcisista), mas fiquei com um certo ‘medo’ de deixar minhas tarefas na não de outra pessoa. Não sei dizer direito – às vezes sou meio tapada mesmo, não consigo explicar as coisas mais elementares.
É como se ninguém fosse cuidar de meus afazeres com o mesmo cuidado que eu tenho. Ou seja, loucura da minha cabeça – minha equipe é super azeitada e se vira super-bem na ausência de qualquer membro!
Lógico que isso acabou no primeiro dia em que vi o sol nascer na praia (no último domingo) nas areias de Boa Viagem. Coisa linda de se ver… A câmera estava muito epacotada e, nas areias de Boa Viagem, não é muito bom sacar uma máquina, mas era uma coisa meio assim:
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Eu, por exemplo, nasci no Outono…
Adoro o fato de ter nascido em Maio – é quase o meio do ano e eu não tenho que me preocupar em disputar lugar na agenda dos meus amigos com nenhum feriado importante. Assim, sei que se eu marcar qualquer coisa – qualuer coisa mesmo – e decidir chamar de festa, sei que eles irão e aquilo será uma festa mesmo. Das boas. Festas comigo são sempre ‘uma festa’.
Enfim, a festa rolou. Foi massa. Amigos, presentes, bolo gostoso e, coisa muito importante e massa, minha casa nova – mas isso fica pra o próximo post!
Mas, a respeito de aniversários, eu queria mesmo era dizer que é muito bom chegar a mais uma primavera (verão, outuno e inverno) com a certeza de ter realizado coisas incríveis no último ano e, ainda assim, ter a certeza (este texto tem muitas certezas!) de que é pouco diante do que está por vir.
Obrigada Dandalo (meu biscoitinho lindo!), Débora (“à bebida, o jogo e às mulheres”), Lully+Ju, Thita, Ju Trevisan, Pacini, Ciça Castro, Bianca, Tati, Ravache, Robertinha (a Barbie Boxer), Letícia, Marcelo (mais que “o diretor”, um grande amigo), Sobral, Mel, Gabi, Mônica, Marcelson, Caroleta, Coltro, Mário, Ron, Cosme, D. Vera, Nil… Enfim, todos que estiveram comigo e puderam me dar um abração e um beijo no sovaco! Obrigada pela avalanche de carinhos! Aos que não abracei, sei que só a distância nos impediu de fazê-lo!
Obrigada, 80 mil vezes, obrigada!
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